• Mitos sobre suicídio

    Nem tudo que se comenta é verdade. Saiba mais!

Em referência à campanha Setembro Amarelo, cujo objetivo é a conscientização sobre prevenção do suicídio, a Unimed de Caçapava separou as principais informações relativas a comportamentos suicidas das quais não são verdadeiras. Confira:

 

*O suicídio é sempre impulsivo e acontece sem aviso.

FALSO. Apesar de parecer um ato de impulsividade, o suicídio já pode ter sido considerado. Muitos indivíduos emitem algum tipo de mensagem verbal ou comportamental sobre a intenção de cometer esse ato.

 

*Pessoas que sobrevivem a uma tentativa de suicídio ou que aparentam estar melhores em relação à intenção de tirar a vida estão fora de perigo.

FALSO. Algumas pessoas podem se sentir melhor com o fato de terem decidido tirar a vida. Além disso, um dos momentos mais perigosos é logo após uma crise ou quando o paciente está no hospital, após realizar uma tentativa. Na semana que sucede à alta hospitalar, ele está fragilizado, vulnerável e em risco.

 

*O risco do suicídio existe para o resto da vida.

FALSO. Os pacientes podem ser tratados de maneira eficaz.

 

*Quem ameaça está apenas querendo chamar a atenção.

FALSO. Muitos indivíduos dão sinais comportamentais e relatam para mais de uma pessoa, inclusive agentes de saúde, sobre a intenção de cometer o suicídio.

 

*O suicídio é hereditário.

FALSO. Não é possível associar todos os atos suicidas à hereditariedade. No entanto, o histórico familiar de suicídio é, sim, fator de risco a ser considerado, especialmente, quando há casos de depressão na família.

 

*Os indivíduos que tentam ou cometem suicídio têm sempre alguma perturbação mental.

FALSO. Apesar de os comportamentos suicidas estarem associados à depressão, doenças mentais e abuso de substâncias, não se pode descartar outros fatores, visto que há casos em que nenhuma perturbação mental foi detectada.

*As crianças não cometem suicídio, pois não entendem a consequência do ato e são incapazes de fazer algo contra a própria vida.

FALSO. Apesar de raro, as crianças podem cometer suicídio. O importante é lembrar que qualquer gesto, seja na infância, adolescência ou vida adulta, deve ser levado a sério. Em 2015, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, registrou 1.537 suicídios entre os homens e 524 entre as mulheres com idades entre 15 e 19 anos.

 

*Falar sobre suicídio aumenta o risco.

FALSO. A informação é a melhor ferramenta para ajudar as pessoas em risco. Além disso, a conversa pode aliviar a angústia e a tensão geradas por esses pensamentos.


Fonte: Unimed Brasil


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